Pela defesa do respeito à liberdade

FRASES DA SEMANA

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Não estamos falando de questões irreais. O aborto existe. Às vezes, aquela mulher que está criticando a novela com tanta veemência tem uma filha que, por algum motivo, vai tomar a decisão de interromper uma gravidez. E aí? Vai fazer o quê? Esta é uma questão que está muito mais perto da gente do que podemos imaginar. (11/8/2015)

A campanha da ONU Mulheres (Eles Por Elas) é importante nessa guerra contra o machismo. Precisamos mobilizar o que pudermos. É importante dizer que não é uma campanha para incentivar o protagonismo do homem na luta feminista. Essa luta é das mulheres, mas é um chamado sobre o mundo que querem para eles, se é um mundo com opressão, violência, ou gentil e generoso. É um chamado nessa direção. (30/6/2015)

Há 215 milhões de pessoas que têm pouco ou nenhum acesso a métodos contraceptivos e à educação sexual e reprodutiva. Coincidentemente, as regiões onde isso acontece são também aquelas onde o aborto é criminalizado. (23/6/2015)

Esses projetos que estão sendo votados no Congresso são horríveis, eu não gosto dessa movimentação, desse negócio ─ diminuição da maioridade penal, bancada da bala, essa tentativa de restringir mais ainda o aborto, não abrir para uma legalização do aborto. Toda essa tendência conservadora, essa pauta. (15/6/2015)

Eu acredito que o Brasil hoje ainda vai ter um processo longo para evoluir nessa área (disse, logo após comentar que o país já prevê algumas situações para o aborto, como má formação ou violência sexual contra a mulher). (12/6/2015)

Ainda vivemos em uma sociedade patriarcal, que considera o trabalho da mulher menos importante. É uma organização do mundo do trabalho que é masculina. Por exemplo, por mais que tenha aumentado o número de universitárias, você não vê este numero aumentando nas carreiras (29/4/2015)

Não vou passar por cima do cadáver do Eduardo Cunha (PMDB-RJ), porque ele não está morto, mas passarei sobre a arrogância dele. A lei é para que o Congresso não passe por cima do cadáver de milhares de mulheres que abortam clandestinamente em açougues e morrem todos os dias. (26/3/2015)

As leis não são capazes, sozinhas, de reverterem engrenagens sociais que se movem em permanente precarização da vida das mulheres (17/3/2015)

Porque isso (ensinar e ajudar mulheres a fazer aborto caseiro) salva vidas. A maioria das mulheres não sabe que podem fazer um aborto com remédios e, se sabem, não sabem como. Nós usamos todas as táticas possíveis para dar informação sobre isso. (4/3/2015)

A questão não é defender ou não o aborto, a questão é que se uma mulher que pratica aborto deve ser punida, presa ou criminalizada por isso. Se o Estado não deve, sabendo que o aborto existe, independentemente da vontade de quem quer que seja, não deve tratar isso como um caso de saúde pública, atender no SUS e garantir. (25/2/2015)


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