Pela defesa do respeito à liberdade

FRASES DA SEMANA

Existem -1 frases.

Foram estupradas porque são mulheres, porque são vistas como objetos sexuais, como propriedades dos homens, e não como seres dotados de direitos e de vontade própria. (1/6/2016)

“Nenhum país fez o que devia pela mulher. A desigualdade não foi eliminada nem superada” (25/5/2016)

Grávidas ou mães, essas mulheres se mantêm à espera de que o Estado brasileiro e a sociedade as reconheçam como as principais vítimas da epidemia (20/5/2016)

O aborto só é proibido para quem não tem dinheiro (11/5/2016)
| Jornalista da Revista Carta Capital.

“As mais de 100 milhões de mulheres do Brasil não percebem que o que está acontecendo afeta elas, suas filhas e vai afetar suas netas, porque há um avanço na perspectiva criminalizante dos direitos reprodutivos. E isso é gravíssimo em tempos de zika num conjunto de malformações dos fetos” (14/4/2016)

Basta de insultar a las mujeres, de agredirnos, de tratanos como interdictos, de decir que somos asesinas, de decir impunemente que prestamos el cuerpo (18/3/2016)

Nós temos direito de decidir (10/3/2016)

Os seres humanos tem o direito de viver a sua vida reprodutiva como uma opção e não como uma imposição. E essa opção se dá por diversas circunstâncias, por problemas de saúde da mulher, pelas circunstancias consideradas no nosso código, por problemas de ordem social (22/2/2016)

Hoje, no Brasil, a acumulação de lixo é praticamente igual a foco de proliferação do Aedes aegypti (transmissor da dengue, chikungunya e zika).É espantoso que a maioria dos governos estaduais e municipais não tenha se preocupado com peças publicitárias educativas sobre o descarte de lixo de modo sustentável no Carnaval, no bojo do mutirão nacional de combate ao mosquito! Pior, a falta ou insuficiência de lixeiras nas ruas é a regra nas capitais. O que dizer das demais cidades? Eis a foto da realidade do país que quer imputar às mulheres o maior tributo da epidemia de microcefalia: a injustiça reprodutiva! (15/2/2016)

A questão é que, hoje, milhares de mulheres estão sendo contaminadas, estão atemorizadas, inseguras. Estou lendo na imprensa que algumas estão sendo abandonadas pelos maridos e companheiros porque tiveram um bebê com comprometimento no desenvolvimento cerebral. Não tenho dúvida de que muitas, que podem e têm acesso, estão interrompendo a gravidez em clínicas privadas ou consultórios. Mulheres mais pobres, que não têm condições, podem ser levadas a fazer a interrupção da gravidez em condições não seguras, o que pode até elevar a mortalidade materna no Brasil. É um quadro muito complexo, porque os instrumentos que a sociedade tem para intervir são limitados. (11/2/2016)


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