Pela defesa do respeito à liberdade

FRASES DA SEMANA

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Os índices de pesquisa são verdadeiros, mas é o retrato da covardia de políticos e lideranças brasileiros, que omitem dados de que 600 mil mulheres morrem ao fazer aborto clandestino. Não há coragem de discutir com o povo que existem movimentos mais inteligentes do combate a droga. (2/9/2014)

Em vez de discutir o mérito das questões, as pessoas preferem partir para os rótulos. Eu não satanizo ninguém que defende o aborto, o que quero é fazer um plebiscito para que essas questões sejam debatidas pela sociedade. (2/9/2014)

A legislação [em relação ao aborto] é cruel. Ela coloca 800 mil mulheres à própria sorte, procurando clínicas clandestinas e morrendo ou ficando com sequelas. (29/8/2014)

Eu defendo que haja mais informação e educação, sobretudo para as adolescentes de baixa renda, e que não têm acesso a medidas preventivas que existem hoje. (28/8/2014)

Nós teríamos que discutir o uso da maconha, ao invés do Criacionismo. Deveríamos discutir o uso e a descriminilização. Não significa apologia, mas alertar os nossos jovens até sobre os riscos. Devemos levar os debates que são importantes para a juventude, como a legalização do aborto, por exemplo. A Marina tem muita dificuldade com isso, pois ela está presa a dogmas. (28/8/2014)

“Precisamos de políticas públicas de planejamento familiar, só assim faremos as mudanças que a sociedade precisa (27/8/2014)

São muitos os indicadores de mudança, de rejeição à política e aos políticos. Ao menos 60% das pessoas repudiam os partidos. Portanto, essa ideia de renovação está escrita na sociedade. É uma mensagem da sociedade que Eduardo Campos encampou. (19/8/2014)

Algemar uma mulher na hora do parto fere essa dignidade e os mais elementares princípios dos direitos humanos. É um momento de fragilidade e não há qualquer sentido em usar algemas nessa hora. (19/8/2014)

As dificuldades que a mulher enfrenta no mundo por causa dos costumes religiosos têm muito a ver com a hermenêutica [interpretação] dos textos sagrados, prioritariamente masculinos. (21/7/2014)

As cesarianas desnecessárias acontecem por uma série de razões, como conveniência, medo de ser processado (por parte dos médicos), medo do parto normal (por parte das mulheres), falta de conhecimento sobre a fisiologia do parto por parte dos médicos e dos pais que não entendem os grandes benefícios de um parto natural como, por exemplo, em relação à segurança e à saúde física e mental. (14/5/2014)


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